"Minhas mazelas já não existem,
Pois a distância, agora, é apenas
uma fagulha de saudade.
Mesmo com esses lagos de terra
que nos separam nesse momento,
meu coração ficou aí, guardado
na alcova do teu ser. E o teu coração,
roubei e o trouxe comigo
sem se quer pedir permissão."
quarta-feira, 30 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Perdoa-me, mas ficarei
Sonhar é voar nas asas da liberdade
E perceber que não existe queda,
É sorrir na alcova de tuas tristezas
É implantar dentro de tua insônia
A incompatibilidade das nossas vontades.
Se me pedes a vida, te dou.
Mas não me força a implodir
Minhas vontades, minhas inquietudes.
Porém não penses que sou assim
Por um mero não querer,
Apenas opto por manter-me
Com os pés amarrados às árvores
Que entrelaçam suas raízes
Na terra do não saber.
E perceber que não existe queda,
É sorrir na alcova de tuas tristezas
É implantar dentro de tua insônia
A incompatibilidade das nossas vontades.
Se me pedes a vida, te dou.
Mas não me força a implodir
Minhas vontades, minhas inquietudes.
Porém não penses que sou assim
Por um mero não querer,
Apenas opto por manter-me
Com os pés amarrados às árvores
Que entrelaçam suas raízes
Na terra do não saber.
domingo, 13 de julho de 2008
Sinfonia da Tua Voz!
Tem Horas que percebo
A brisa leve, contínua e fria,
Por alguns momentos
quente e calorosa.
brisa essa, que transpassa
na tua musica
quando clamas
em versos singelos
a doçura do viver,
do sonhar, do cantar.
Mas onde ecoas?
onde reluz tão belo cantarolar?
E quem sabe, por lá, possa-se escutar
o som da orquestra invisível
que embala o sonho dos apaixonados!
A brisa leve, contínua e fria,
Por alguns momentos
quente e calorosa.
brisa essa, que transpassa
na tua musica
quando clamas
em versos singelos
a doçura do viver,
do sonhar, do cantar.
Mas onde ecoas?
onde reluz tão belo cantarolar?
E quem sabe, por lá, possa-se escutar
o som da orquestra invisível
que embala o sonho dos apaixonados!
Procurando-me!
Se correr fosse sua maior virtude
Diria que sua sorte estaria contada,
Não somente a sorte,
Mas também, toda sua existência dentro de mim,
Todos os desejos impostos sobre
A vontade voar e plainar
Em torno das nuvens.
Pois em quando puderes burlar a dor,
E fingir que todos os quereres
São igualmente alcançáveis,
Acordes, veja nos meus olhos
Os teus chorando, e buscando paz,
Pedindo calma e tranqüilidade.
Então pára e procura-te
Dentro dos teus sonhos,
Dentro da tua voz,
Dentro do teu ser.
Diria que sua sorte estaria contada,
Não somente a sorte,
Mas também, toda sua existência dentro de mim,
Todos os desejos impostos sobre
A vontade voar e plainar
Em torno das nuvens.
Pois em quando puderes burlar a dor,
E fingir que todos os quereres
São igualmente alcançáveis,
Acordes, veja nos meus olhos
Os teus chorando, e buscando paz,
Pedindo calma e tranqüilidade.
Então pára e procura-te
Dentro dos teus sonhos,
Dentro da tua voz,
Dentro do teu ser.
Uma fogueira em teu olhar
Meu coração ferve em romaria,
No teu peito em procissão
Uma prece, uma canção,
Nos meus votos de valia
Em meus Pés de poesia
Fulorados de paixão
No cantar e encantar
Nas pecinhas do divino
Em meus olhos de menino
Uma fogueira em teu olhar
De uma vela a lumiar
A centelhar o meu destino
Vou cantar em uma prece
Em um verso voador
Leva aos céus esse pedido
De um poeta cantador
No teu peito em procissão
Uma prece, uma canção,
Nos meus votos de valia
Em meus Pés de poesia
Fulorados de paixão
No cantar e encantar
Nas pecinhas do divino
Em meus olhos de menino
Uma fogueira em teu olhar
De uma vela a lumiar
A centelhar o meu destino
Vou cantar em uma prece
Em um verso voador
Leva aos céus esse pedido
De um poeta cantador
sábado, 21 de junho de 2008
Asas para voar
Eu quero um par de asas,
Quero um vento solto
Quero só mesmo voar.
E que teus e meus
temores ou medos
percam-se,
calem-se
acabem
pelo
teu
meu,
fim.
Quero um vento solto
Quero só mesmo voar.
E que teus e meus
temores ou medos
percam-se,
calem-se
acabem
pelo
teu
meu,
fim.
Cantigar!!!!!!!!!!!
Os ecos perdidos no tempo
do dia tal, do ano que não sei,
de tudo só sei que passei
voando na melodia do ar
do sertão, do sol a raiar,
das lumiança na escuridão
do cabôco na oração
das moça brincando escondida
é na viola que sopro a vida
nessa estrada da canção!!!
E nas caminhanças nem me espanto
por tudo o que já vi,
já presenciei e ouvi
cada conversa cabulosa
dedilhadas no mêi de prosa
nas beiras de riachão
cantando a louvação
da história já vivida
é na viola que sopro a vida
nessa estrada da canção!!!
Mas fico todo derretido
quando vejo a aurora no céu,
amarelando tecendo um véu,
trazendo um dia novo
na matina de um povo
que trabalha chão a chão
no inverno e no verão,
em cada casa varrida
é na viola que sopro a vida
nessa estrada da canção!!!
E quando me vejo enrolado
nos lençóis dessa cabôca
nem consigo abrir a boca
de tamanha felicidade
é uma fulorança de verdade
é um fole, que entoa o quadrão,
c'uma rabeca, pífe e violão
na zabumba pulsando, corrida
é na viola que sopro a vida
nessa estrada da canção!!!
Por isso, sigo nesse caminho
desbravando essa estrada
com uma certeza criada
intocada no meu interno
do peito, que só via inverno
cinza, de tanta chuva e trovão,
cantar, é obrigação
pra alegrar a labuta sofrida
é na viola que sopro a vida
nessa estrada da canção!!!
do dia tal, do ano que não sei,
de tudo só sei que passei
voando na melodia do ar
do sertão, do sol a raiar,
das lumiança na escuridão
do cabôco na oração
das moça brincando escondida
é na viola que sopro a vida
nessa estrada da canção!!!
E nas caminhanças nem me espanto
por tudo o que já vi,
já presenciei e ouvi
cada conversa cabulosa
dedilhadas no mêi de prosa
nas beiras de riachão
cantando a louvação
da história já vivida
é na viola que sopro a vida
nessa estrada da canção!!!
Mas fico todo derretido
quando vejo a aurora no céu,
amarelando tecendo um véu,
trazendo um dia novo
na matina de um povo
que trabalha chão a chão
no inverno e no verão,
em cada casa varrida
é na viola que sopro a vida
nessa estrada da canção!!!
E quando me vejo enrolado
nos lençóis dessa cabôca
nem consigo abrir a boca
de tamanha felicidade
é uma fulorança de verdade
é um fole, que entoa o quadrão,
c'uma rabeca, pífe e violão
na zabumba pulsando, corrida
é na viola que sopro a vida
nessa estrada da canção!!!
Por isso, sigo nesse caminho
desbravando essa estrada
com uma certeza criada
intocada no meu interno
do peito, que só via inverno
cinza, de tanta chuva e trovão,
cantar, é obrigação
pra alegrar a labuta sofrida
é na viola que sopro a vida
nessa estrada da canção!!!
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