Esperando...
Onde estão os teus sorrisos, que até agora não chegaram?
Onde estão os teus olhos lacrimejados, que aguarda a chegada de um som?
Onde está a euforia de teu corpo que desponta quando tudo é verdade?
Aguardando um sonho, a menor gota possível de esperança, pois tua felicidade faria toda diferença, e a espera não seria uma data tão constante em meu calendário das luas.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Em uma calmaria
No mistério dessa brisa
Que chega aos meus ouvidos
Busco contar-te o mais belo girassol,
E quando galopo em teu delírio
Carrego em uma mão a vida
E na outra apenas uma incerteza,
Esperando que o que vivemos
Desentrelace e desatrele os nossos caminhos.
Que por mais que pareçam tortuosos
Aguardam a viração dos novos sonhos.
Que chega aos meus ouvidos
Busco contar-te o mais belo girassol,
E quando galopo em teu delírio
Carrego em uma mão a vida
E na outra apenas uma incerteza,
Esperando que o que vivemos
Desentrelace e desatrele os nossos caminhos.
Que por mais que pareçam tortuosos
Aguardam a viração dos novos sonhos.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Miopia astigmátca!
Seria eu um sonhado,
Por querer, simplesmente, ver brilho nos olhos de um cego?
...
Seria eu um sonhador,
Por querer ver um sorriso na boca da fome?
...
Seria eu um sonhador,
Por querer dividir meus ideais e sonhos
Com as calçadas falantes das noites frias de dezembro?
...
Me pergunto com franqueza e sinceridade,
Seria eu um sonhador,
Por querer que todos nós nos curássemos
Da nossa miopia astigmática,
Que impede a enxergar o que está a um palmo do nosso nariz?
Por querer, simplesmente, ver brilho nos olhos de um cego?
...
Seria eu um sonhador,
Por querer ver um sorriso na boca da fome?
...
Seria eu um sonhador,
Por querer dividir meus ideais e sonhos
Com as calçadas falantes das noites frias de dezembro?
...
Me pergunto com franqueza e sinceridade,
Seria eu um sonhador,
Por querer que todos nós nos curássemos
Da nossa miopia astigmática,
Que impede a enxergar o que está a um palmo do nosso nariz?
Linhas paralelas
Saída:
Quebrou-se um sorriso...
Perdeu-se um olhar...
Mostrou em poucas e inquietas ações,
Que chegava-se, ali, à um fim.
Por mais sagrado que fossem os sonhos,
Por mais belos que fossem os planos,
Seria simplesmente um ponto de chegada
A ultima conta do rosário,
Por fim, a ultima pétala despedaçada.
Chegada:
Já desponta mais um choro...
Enxerga-se por uma pequena fresta,
de uma janela totalmente desconhecida,
Voltada para um "novo mundo velho".
Por mais que se cante um advento,
Por mais que se trave conflitos
Entre aquilo, que é Ser ou Existir,
Nunca se é possível
chegar ao início sem antes passar pelo fim.
Quebrou-se um sorriso...
Perdeu-se um olhar...
Mostrou em poucas e inquietas ações,
Que chegava-se, ali, à um fim.
Por mais sagrado que fossem os sonhos,
Por mais belos que fossem os planos,
Seria simplesmente um ponto de chegada
A ultima conta do rosário,
Por fim, a ultima pétala despedaçada.
Chegada:
Já desponta mais um choro...
Enxerga-se por uma pequena fresta,
de uma janela totalmente desconhecida,
Voltada para um "novo mundo velho".
Por mais que se cante um advento,
Por mais que se trave conflitos
Entre aquilo, que é Ser ou Existir,
Nunca se é possível
chegar ao início sem antes passar pelo fim.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Afirmemo-nos
Te pedi apenas uma afirmação
Dos votos que fizeste,
E que por trás desse véu de poeira
Se fizesse presente os nossos quereres,
Os nossos amores!
Meus pés de esperança
Já despontam as flores dos teus beijos
Já secam os espinhos da saudade
Que vivem a furar as mãos riscadas pelo tempo
E que acariciam a face viração
Meu amor, afirmemo-nos,
para nós,
Dentro de nós,
Infinitamente para nós.
Dos votos que fizeste,
E que por trás desse véu de poeira
Se fizesse presente os nossos quereres,
Os nossos amores!
Meus pés de esperança
Já despontam as flores dos teus beijos
Já secam os espinhos da saudade
Que vivem a furar as mãos riscadas pelo tempo
E que acariciam a face viração
Meu amor, afirmemo-nos,
para nós,
Dentro de nós,
Infinitamente para nós.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Poderia!

Poderia hoje, jogar tudo para o alto, e não me permitir ver o luzir das estrelas e o arredondar da lua cheia.
Poderia hoje esquecer de tudo aquilo que, mesmo aos trancos e barrancos, se fazem importante dentro do meu ser.
Poderia hoje, perdurar pelas linhas tortas que tecem meus pensamentos e perder-me, sem nenhum rancor por não voltar à orbita natural da vida.
Poderia ainda hoje, atirar-me no despenhadeiro e fingir, tal qual uma leve pena, que chegaria intacto ao meu destino final.
Poderia ainda nesta noite tudo isso e mais um pouco, no entanto, prefiro ficar na fronteira entre a noite e o dia, esperando que a lua caia e que o sol, com o seu invólucro dourado e rajante amarelar, venha brindar o trinar de mais uma canção!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Caminhos Improváveis
Não carregas essa incerteza.
Sabemos bem,
Que é incerta aos olhos,
Mas nunca ou coração.
Espero que os olhos da tua mente
Não fechem as pálpebras da tua voz,
E nem eliminem as rimas, meio que, ainda tortas,
(mas não mortas)dos caminhos audíveis da exatidão.
Sabemos bem,
Que é incerta aos olhos,
Mas nunca ou coração.
Espero que os olhos da tua mente
Não fechem as pálpebras da tua voz,
E nem eliminem as rimas, meio que, ainda tortas,
(mas não mortas)dos caminhos audíveis da exatidão.
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